terça-feira, 11 de abril de 2017

ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS MUNDIAIS


ATIVIDADE: ESTAÇÃO CIDADANIA


UMA AÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP)


A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) lançou uma campanha contra todas as formas de violência que afetam as mulheres.
A campanha de sensibilização conjunta sobre a eliminação da violência contra as mulheres em todos os países da CPLP vai ser lançada em simultâneo em todos os Estados-membros, no dia 25 de Novembro de 2013.
«Contra a violência eu dou a cara» é a principal mensagem da nova campanha proposta por Portugal e que este pode ser replicada em todos os Estados membros da CPLP.
Vejo a seguir um trecho dessa declaração, adaptado por essa campanha.



O que é violência contra as mulheres


 “Violência contra as mulheres” significa qualquer ato de violência de gênero do qual resulte, ou possa resultar, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico para as mulheres, incluindo as ameaças de tais atos, a coação ou a privação arbitrária de liberdade, que ocorra, quer na vida pública, quer na vida privada.
Caracteriza-se pelo uso e abuso de poder e controlo nas esferas públicas e privadas e está intrinsecamente ligada com os estereótipos de gênero que estão subjacentes e perpetuam tal violência.
A violência contra as mulheres constitui uma expressão da relação de desigualdade entre homens e mulheres. É uma violência baseada na afirmação da superioridade de um sexo sobre o outro, nomeadamente, dos homens sobre as mulheres. Trata-se de um fenómeno que afeta toda a sociedade, devendo ser considerado o contexto social em que estes atos de violência ocorrem.
A violência contra as mulheres abrange os seguintes atos, embora não se limite aos mesmos:
a) violência física, sexual e psicológica ocorrida no seio da família, incluindo os maus tratos, o abuso sexual das crianças do sexo feminino no lar, a violência relacionada com o dote, a violação conjugal, a mutilação genital feminina e outras práticas tradicionais nocivas para as mulheres, os atos de violência praticados por outros membros da família e a violência relacionada com a exploração;
b) violência física, sexual e psicológica praticada na comunidade em geral, incluindo a violação, o abuso sexual, o assédio e a intimidação sexuais no local de trabalho, nas instituições educativas e em outros locais, o tráfico de mulheres e a prostituição forçada;
c) violência física, sexual e psicológica praticada ou tolerada pelo Estado, onde quer que ocorra.




Partindo do conteúdo estudado em sala de aula os alunos realizaram pesquisas Sobre a violência cometida contra as mulheres, foram convidadas a criassem uma campanha em prol da não violência contra s mulheres.















                                                     
PLANO DE PROJETO EM EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL - EAN

1. IDENTIFICAÇÃO:
GERED: 35ª                                                                             
 Município: Rodeio
Escola de Educação Básica Osvaldo Cruz                                                               
Professor: Dalila Terezinha Pacher Cardoso
Área de atuação:     Ensino Médio           Disciplina: Sociologia/Geografia/ História.
Supervisor: Maria Ulcinéia Harbs

SITUAÇÃO PROBLEMA:
A escola como sendo uma instituição de grande importância na vida das crianças e jovens, é um lugar ideal para se desenvolver ações, de promoções de saúde e o desenvolvimento de uma alimentação saudável.  Partindo desse pressuposto que uma ação dessa natureza não se envolve somente os educandos, mas sim há a necessidade de envolver toda comunidade escolar. Objetivando um conhecimento crítico que estimule a busca de condições para viver mais saudável.

Nome do projeto:
“COMER BEM PARA VIVER MELHOR” - FORMAÇÃO DE CONCEITOS E MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO.

Etapa de ensino: 1º anos
Modalidade de Ensino: Ensino Regular
2. JUSTIFICATIVA: 
O projeto tem como objetivo desenvolver dentro do contexto escolar um estudo sobre a prática da alimentação racional, oportunizando os educandos a informações sobre a Educação Alimentar e Nutricional, por meio de intervenções educacionais para que os mesmos adotem, mudem ou mantenham comportamentos que contribuam para sua saúde. O aluno aprende na escola os conhecimentos científicos e os hábitos sociais que lhe permitirão enfrentar os problemas da vida na comunidade.  Mas é muito importante que aprenda a adquirir os conhecimentos e os hábitos de saúde, que lhe permitirão alcançar o maior grau possível de saúde, física, mental e social. Para tanto, a escola exerce uma grande influência sobre as crianças e os adolescentes, contribuindo enormemente para a formação de seus valores. Representando assim, um lugar ideal para o desenvolvimento de programas que visam à promoção da saúde. Pois quando desenvolvidos na escola os programas passam a atingir alunos, pais professores e comunidade em geral. Esse espaço de convivência escolar torna-se relevante para mudanças de hábitos alimentares, pois estamos participando na construção do conhecimento do indivíduo estimulando-o a assumir atitudes mais saudáveis para viver hoje e no futuro.

3. OBJETIVO GERAL

§  Desenvolver dentro do contexto escolar um estudo sobre a prática da alimentação racional, oportunizando os educandos a informações sobre a Educação Alimentar e Nutricional, por meio de intervenções educacionais para que os mesmos adotem, mudem ou mantenham comportamentos que contribuam para sua saúde.

 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
§       Mostrar aos os alunos sobre a importância de se alimentarem de forma correta, a fim de corrigir ou minimizar os problemas de saúde presentes na comunidade escolar, trabalhando a prevenção das doenças causadas pela má alimentação.
§        Fazer um estudo sobre a quantidade e a qualidade dos alimentos que são ingeridos pelos alunos cotidianamente e comparar os valores nutricionais destes alimentos com os valores considerados ideais para a sua idade e sexo.
§      Estimular a alimentação saudável nos alunos buscando a promoção de hábitos alimentares e estilos de vida saudáveis, como prevenção ao aumento dos casos de obesidade e de doenças crônico-degenerativas na infância, e na adolescência.
§  Criar atividades em que o educando possa ser um multiplicador de conceitos e práticas de alimentação e nutrição envolvendo toda a comunidade escolar (educadores, alunos e pais/responsáveis).
§      Proporcionar a construção da consciência de como se alimentar de maneira adequada, econômica e saudável e multiplicá-los à família.


4. PÚBLICO ALVO:  Educadores, alunos e pais / responsáveis.


5. CRONOGRAMA: ABRIL, MAIO, JUNHO.
1.  Primeiro momento foi explicado como o projeto seria desenvolvido, iniciamos as pesquisas bibliográficas para entendimento do conteúdo, juntamente com os professores da disciplina de Biologia, Sociologia, Geografia e História.
2.      Os alunos realizaram pesquisas e realizaram os trabalhos em forma de slides, no qual irão apresentar a todos os alunos na escola.
3.       Os alunos realizaram a apresentação dos trabalhos aos professores no quais iriam passar pela primeira avaliação.
4.       Produção de folders, cartazes, banners do projeto, para apresentar a toda a comunidade escolar.
5.       Palestra com profissionais na área – nutricionistas para os alunos do projeto e para a comunidade escolar.
6.       Aulas de culinárias – os alunos aprenderam receitas simples para terem hábitos saudáveis no seu dia a dia.
7.       Foi trabalhado o filme “Supersize me” - A dieta do palhaço.
8.  Realizaram uma pesquisa com os alunos da escola para saber IMC, é fundamental para melhoria dos estímulos de crescimento e desenvolvimento, oferecendo ferramentas de registros, diagnóstico e monitoramento das condições corporal de alunos das redes particulares e públicas, buscando uma melhor qualidade de vida, com peso saudável sem Obesidade.
9.    A finalização do projeto será realizada no dia 25 de junho na escola, com apresentação dos trabalhos realizados para toda a comunidade escolar.

6. ÁREAS DO CONHECIMENTO E CONTEÚDO:
Geografia/ Sociologia/ História:
Mídia e alimentação: influência da mídia na alimentação das pessoas e principalmente dos adolescentes.
Discutir como os meios de comunicação influenciam nas escolhas Alimentares;
Discutir o papel das propagandas de alimentos;
Estimular uma visão crítica sobre as informações divulgadas nos meios de Comunicação.
Desperdício de alimentos: Desperdício de alimento
 Aprender a aproveitar os alimentos para evitar o desperdício,
 Refletir sobre o significado do não desperdício de alimentos em um mundo em que muitos passam fome.
 Aproveitamento de alimentos;
 Não desperdiçar alimentos.
 Cuidados que evitam o desperdício.
                                                    
Biologia: O papel da Educação Nutricional.
 Introduzir o tema Educação Nutricional,
Levantar as ideias dos alunos sobre alimentação e nutrição,
Discutir a importância da boa alimentação para uma vida saudável,
 Incentivar a discussão a respeito do tema
Finalidades da alimentação (incluídas as necessidades corporais, socioculturais e emocionais) relacionadas à nutrição;
 Alimentação e nutrição; Alimentação e saúde;
Práticas alimentares saudáveis;
Transtornos alimentares

Educação Física: Alimentação e atividade física
Explicar os benefícios da atividade física associada a uma alimentação
Balanceada;
Discutir o significado de uma boa qualidade de vida.
Exercícios físicos e saúde,
A importância da prática regular de atividade física
A importância da atividade física associada a uma alimentação balanceada

7. PROCEDIMENTOS E RECURSOS:
O presente projeto será realizado na Escola de Educação Básica Osvaldo Cruz, no Município de Rodeio – SC. A aplicação do mesmo será com as turmas do Ensino Médio, envolvendo adolescentes de ambos os sexos, cujo nível sócio econômico é variável.
O trabalho teve início com os alunos dos 1ª anos do Ensino Médio, onde foram informados do propósito do projeto e da importância de sua participação. “Para introduzir o tema do projeto “Comer Bem Para Viver Melhor” - Formação de conceitos e mudanças de comportamento” serão apresentadas aulas expositivas sobre o tema em questão, complementadas por vídeos, debates visando despertar a curiosidade e motivar o desejo de pesquisa. Através de um questionário previamente elaborado e aplicado à turma, será feita a coleta de dados que irá apontar os hábitos alimentares dos alunos, identificando os alimentos mais consumidos, preferidos e rejeitados; verificando a frequência semanal das refeições realizadas; identificando suas principais fontes de informação sobre alimentação, o grau de influência que as diferentes pessoas do convívio dos mesmos apresentam sobre suas escolhas alimentares e determinando a frequência do contexto em que o adolescente alimenta-se em relação à companhia e lugar. A pesquisa deverá determinar os alimentos mais comuns na alimentação dos alunos, suas classificações, quantidades de carboidratos, lipídios, proteínas, vitaminas e sais minerais.
Para concluir o projeto e como forma de proporcionar maior envolvimento dos alunos e comunidade escolar, o projeto proporcionará um espaço no qual seja possível observar alimentos saudáveis, porém não muito consumidos pelas crianças e jovens, como alguns tipos de legumes, frutas e sucos, apresentando seus respectivos valores nutricionais e livreto com suas respectivas receitas. Da mesma forma, como ponto culminante do projeto, os alunos deverão orientar colegas, professores e comunidade sobre “hábitos alimentares” fazendo a entrega de Folder especialmente produzido no decorrer do projeto, reunindo informações como: pirâmide alimentar, orientações sobre a Avaliação Antropométrica, através do Índice de Massa Corporal (IMC), riscos de uma má alimentação, alimentos ricos em saúde. Também juntamente com a parceria com a GERED e Secretaria da Saúde, Agricultura, Assistência social, trazer profissionais capacitados para palestras referentes ao tema diversos que envolvem o projeto.

 8. REFERÊNCIAS:
Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional. Estratégia Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade: recomendações para estados e municípios -- Brasília, DF: CAISAN, 2014. 39 p.; 1.
Política social. 2. Segurança Alimentar e Nutricional Brasil. 3. Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Brasil. I. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Marco de referência de educação alimentar e nutricional para as políticas públicas. – Brasília, DF: MDS; Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, 2012.
68 p. ISBN: 978-85-60700-59-2
 1. Política social, Brasil. 2. Políticas públicas, Brasil. 3. Educação alimentar, Brasil. 4. Educação nutricional, Brasil. I. Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. C
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Marco de referência da vigilância alimentar e nutricional na atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2015. 56 p. : il.
ISBN 978-85-334-2250-6 1. Atenção Básica.
2. Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN). 3. Política de Nutrição 4. Saúde Pública. I. Título. C
C172p Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar do Estado de Santa Catarina Plano Estadual de Educação Alimentar: Santa Catarina 2014-2019 / Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar do Estado de Santa Catarina. -- Florianópolis: Governo de Santa Catarina, 2014. 172 p.: il.; 21 cm

9. ASSINATURAS:
Professor: DALILA TEREZINHA PACHER CARDOSO
Gestor Escolar: EVAIR EDUARDO CIPRIANI
Supervisor: MARIA ULCINÉIA HARBS

Data: 04/05/2016



quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Corrupção


ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA “OSVALDO CRUZ”

PROFESSORA: DALILA TEREZINHA PACHER CARDOSO.

DISCIPLINAS: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA.

SÉRIES: 8ª MATUTINA DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO.



PROJETO: O QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO.



“A pior das corrupções não é aquela que desafia as leis; mas a que se corrompe a ela mesma.”

Louis Bonald

 

A escola tem como função de contribuir para a construção da cidadania, formando cidadãos conscientes, participativos e com uma conduta pautada em valores sólidos. Vivemos numa sociedade capitalista que os valores humanos, andam um pouco esquecidos, que a ideologia pregada de “ganhar dinheiro” e o “levar vantagem em tudo” parecem importar muito mais que as relações de amor, respeito e responsabilidade entre as pessoas. Lembrando que a instituição família deveria ser o porto seguro para a criança/aluno, essa se encontra, muitas vezes, desestruturada e corrompida pelas circunstâncias. Se, por sorte, o aluno tem uma família estruturada e consciente de seus deveres como pais e/ou responsáveis, por outro lado existe um mundo de violência e corrupção que o rodeia e que é tão atrativo quanto destrutivo.
Diante deste cenário posto, a escola é um local privilegiado para o desenvolvimento de atividades que busquem fortalecer a oferta de elementos educacionais de prevenção a comportamentos nocivos (distorcidos) no meio social. Ações que possam não só estar inseridas na transversalidade de temáticas, como também constarem nos elementos formais da educação, fazendo parte de conteúdos ou disciplinas específicas, voltadas ao resgate dos valores éticos universais.
Desta forma, fazer com que estas atividades levam os alunos à reflexão, a fim de que percebam que as atitudes distorcidas não favorecem a sociedade. Consequentemente resultem na mudança de atitude, bem como de todos ao seu entorno, e na cobrança desse novo comportamento na sociedade como um todo.
Foi pensando nessas e em outras indagações que surgiu a ideia de trabalhar este tema nas áreas do conhecimento de História e Sociologia, com intuito de resgatar os valores adormecidos, esquecidos ou abandonados por nosso aluno, para que então ele tenha consciência da necessidade do aprender, não só para a escola, mas, principalmente, para a vida.
 OBJETIVO GERAL:
Proporcionar ao aluno condições para que ele se conscientize da necessidade de respeito entre todos através do reconhecimento, da aplicação dos direitos e deveres de cada um, formando valores éticos e morais para o exercício de sua cidadania e cumprindo, assim, com o maior papel da escola. Atuar preventiva e educativamente na formação das futuras gerações, provocando mudanças positivas no comportamento ético dos estudantes, no sentido de priorizar o interesse coletivo e social sobre o individual.


  

 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 
 
 

·         Despertar as boas qualidades humanas existentes no aluno e explorar suas infinitas potencialidades;
·         Facilitar a mudança prática de atitudes incorretas, comportamento e relacionamento interpessoal do aluno, estimulando a formação de novos hábitos;
·         Oportunizar maior abertura do aluno em relação aos demais, tirando as barreiras que impedem uma verdadeira comunicação pessoal devido a preconceitos e condicionamentos, que geralmente angustiam e afastam as pessoas;
·         Proporcionar mais diretamente um a colaboração efetiva afastando a frieza, o indiferentismo, a mentira agressividade, o desejo de dominação e o tratamento da pessoa como objeto, focando principalmente os princípios para uma boa convivência em grupo.
 


 DESENVOLVIMENTO

O projeto foi desenvolvido no mês de setembro e outubro de 2012.

 O projeto teve inicio com debates, aulas expositivas, pesquisas que contribuíram para a tomada de medidas que estruturassem ações preventivas, permanentes e contínuas para a campanha do Projeto “O que você tem a ver com a corrupção?”.
Durante as aulas os alunos elaborem ideias, ações/normas que incentivem a vivência de valores contra a corrupção, estimulando assim a melhoraria do convívio entre todos: alunos, professores, funcionários, etc.
Dessa forma, a elaboração do Projeto permanecerá ativa além do tempo em que estiver sendo discutido na sala de aula, gerando mais ideias sobre o mesmo. As turmas que apresentaram sugestões que forem aceitas para o mural.
     No final do projeto foram selecionados textos e realizado mural elaborado pelas turmas cujas ideias foram aceitas, sob a coordenação da professora.


 

 
 
Textos produzidos pelos alunos:
 
O que você tem a ver com a corrupção?
 
   A corrupção está mais perto de nós quanto imaginamos. Mesmo que as pessoas e as normas da sociedade não permitam, há uma tendência em surgir à corrupção.
   Quando pensamos em corrupção, logo vem à mente, política. Mas a corrupção não está só na política. Em nosso dia a dia, a corrupção está presente em um simples ato de furar uma fila para ter benefício próprio ou realizar um roubo.
   As pessoas que obtêm poder político tendem a usar a corrupção em benefício próprio, pois vêem nela um modo de fazer renda fácil e rapida.
   A corrupção não é causa, mas sim, consequência daquilo que nós fizemos. Na política fomos nós, através do voto, que colocamos pessoas corruptas para direcionar nossa sociedade. Por isso, é muito importante não vendermos o voto, pois é ele que pode transformar o futuro da nossa sociedade.
   A educação é um importante veículo de combate à corrupção, por meio da percepção e do estímulo à ética, à moral e à honestidade do cidadão.
 
“CORRUPÇÃO NÃO É LEGAL, ENTÃO SIMPLESMENTE, DIGA NÃO A CORRUPÇÃO!”
ALUNA: RAFAELA LORENZI
 
O que você tem a ver com a corrupção?
As pessoas buscando sobreviver às adversidades e dificuldades da vida encontram como meio lucrativo, a corrupção.
No mundo em que vivemos a maioria das pessoas não estão preocupadas se vão ou não prejudicar o próximo. Para elas, o que está em jogo não é a amizade, o companheirismo, o fazer o que é justo. Na realidade, elas estão apenas preocupadas em se beneficiar em tudo, mas nem sempre tirando bom proveito disso.
A corrupção não está só lá no governo, no desviar verbas públicas para benefício próprio, mas sim por toda parte. Por exemplo: Furar filas, lucrar no troco, falsificar a nota da escola, mentir para o professor... Enfim! Onde quer que estejamos sempre haverá gente corrupta.
Mas o que podemos esperar? Se por parte do governo, que é de onde deveria vir a “ajuda” não temos a quem recorrer o que devemos fazer então? Talvez nós não possamos acabar com toda a corrupção do mundo, porque isso é praticamente impossível. Mas podemos reduzi-la aos poucos com três aspectos que deve conscientizar as pessoas: A Individual, na qual cada indivíduo deve fazer uma reflexão dos próprios atos, fazendo perguntas como: Estou contribuindo de uma forma justa com a sociedade? A Coletiva, na qual devemos nos preocupar com os atos das pessoas ao nosso redor. E a Ética, visando conscientizar as demais pessoas e, automaticamente, responsabilizando as próximas gerações.
É claro que não iremos acabar com ela de uma hora para a outra e também nada é tão fácil assim. Porém, através das campanhas empresariais, escolares e outras instituições, envolvendo projetos e outras atividades beneficiadoras, estaremos de maneira geral estimulando outras pessoas a fazerem o mesmo e, consequentemente, reduzindo de maneira justa este efeito.
ALUNA: CLAUDIA F. PISETTA
 
O que você tem a ver com a corrupção?
 
Já ouvi muita gente falar que corrupção é coisa “daquele pessoal lá de Brasília”, como se a corrupção fosse uma característica própria só deles, mas não é bem assim, não é só de políticos desonestos que é feita a corrupção. Talvez eles sejam apenas os tipos mais visíveis, mais suculentos para a mídia.
Lá no fundo muitos de nós às vezes acabamos fazendo pequenas coisas, atitudes banais, como dizer pro filho mentir ao telefone que “papai não está”, furar a fila quando está com pressa, dar um sorvete pro filho parar de chorar, dar um “troquinho” pro guarda não multar. Muitos acham que essas pequenas atitudes cotidianas não têm nada a ver com a “grande corrupção”. Pensamos que não estamos afetando ninguém, mas na verdade estamos prejudicando a nós mesmos, nossa ética e moralidade.
E o mais difícil talvez seja acreditar nisso hoje em dia. Parece que nós, no fundo entregamos os pontos e não acreditamos mais nisso, na importância de sermos bons cidadãos, pessoas corretas, solidárias, honestas nas pequenas coisas, na possibilidade de que alguém defenda uma causa ou uma ideia sem a perspectiva de algum lucro no futuro. Independente de haver ou não punição formal, a consciência do erro, a paz de espírito e a cabeça no travesseiro deveriam ser a medida da nossa responsabilidade.
ALUNA: CAROLINA NORMA BERTOLDI
 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

REVOLUÇÃO FRANCESA

A Revolução Francesa é um dos grandes acontecimentos históricos que marcaram a superação do Feudalismo pelo Capitalismo. É tradicionalmente utilizada para assinalar o inicio da Idade Contemporânea.
Os revolucionários franceses, sob o lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade, levaram os ideais iluministas às últimas consequências. Procuraram instituir um estado caracterizado por maior participação política da população e pela diminuição das desigualdades sociais. Inauguraram assim um estado que tinha em sua base o "povo" e o direito da "cidadania".
Com certeza a Revolução Francesa de 1789, modificou a vida dos que souberam e não souberam sobre ela, até hoje.
Deu forma ao mundo ocidental no período a que nos referimos de contemporâneo com instituições e ideais universais.
Nascem daí as idéias dos direitos Humanos e das Igualdades dentro dos ideais modernos.
ATIVIDADE REALIZADA COM O TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO: E.E.B. “OSVALDO CRUZ”
PROFESSORA DALILA T. T. CARDOSO.
Para pensar e refletir:
Exercício de ficção histórica: olhando para história por diferentes perspectivas.
  • Imaginem que vocês podem ser transportados para a França, no período da revolução iniciada em 1789 e viver este período com toda a sua intensidade, registrar tudo que viram, ouviram e sentiram e voltar para nosso tempo.
  • Escolham pertencer a qualquer uma entre as facções da revolução. Vocês poderão ser: girondinos, jacobinos moderados, radicais, sans-culottes, camponeses, religiosos do alto clero, membros do baixo clero, nobres realistas, amigos de Dalton, Robespierre, Marat, rei, etc...
  • Cada grupo deverá elaborar um tipo de documento escrito: uma carta, um trecho de um livro ou um jornal, um diário, etc., acrescentando outros documentos para enriquecer os depoimentos: produções de quadros, gravuras, ilustrações, etc.
  • No “documento” que irão produzir o(s) autor (es)   deverão expressar o seu ponto de vista, considerando o lugar social que ocupavam na França revolucionária: deverão comentar os ganhos ou perdas, as alegrias ou decepções com o movimento revolucionário.
  • “Trace o perfil do(s) autor (es) do ‘documento”: onde moravam, como viviam, como participavam, assistiram, ficaram sabendo da Revolução.
  • Após a elaboração deste “documento”, conforme combinado com a professora  irão apresentar para os alunos.  

ABAIXO O RESULTADO DOS TRABALHOS:

segunda-feira, 4 de julho de 2011

PROJETO: MÍDIA IMPRESSA: “O CORUJÂO” EM PROL DA CULTURA ITALIANA RODEENSE

A produção do vídeo e dos slides foram realizados pelos alunos do 3º ano do Ensino Médio da E.E.B."Osvaldo Cruz", durante o projeto de pesquisa da professora Dalila T. P. Cardoso.
A pesquisa teve início com a investigação da relação entre mídia e educação, privilegiando como foco de análise a cultura italiana rodeense, na mídia impressa, através do jornal o “O Corujão”.

O objeto de estudo desta pesquisa é o jornal “O Corujão”, que tem como pergunta norteadora: a mídia impressa incentiva à manutenção da cultura rodeense?
A escolha da mídia impressa para discutir o conceito de cultura e a manutenção da cultura local, justifica-se pela circulação do jornal impresso que tem na cidade de Rodeio e por acreditar que o jornal impresso é importante para a formação da identidade sócio – cultural das sociedades.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pesquisa de opinião

Atividade realizada com as Oitavas Séries do Ensino Fundamental II, nas aulas de Histórias.

Professora: Dalila T. P. Cardoso.

O conteúdo estudado: Brasil: a construção da República.

Pesquisa: A opinião dos eleitores de sua cidade sobre a compra de votos nas eleições.

Os alunos realizaram um roteiro para elaborar uma ficha de entrevista com perguntas a serem feitas aos entrevistados.

Com os resultados obtidos elaboraram uma tabela.

Com os dados da tabela, construíram gráficos, que permitiu comparar parcelas em relação ao todo.

Usaram a sala de informática para realizarem os gráficos .

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Crítica aos Direitos Humanos

A liberdade foi a principal conquista do ser humano. Seja liberdade de pensamento, de escolha, de consciência, em fim o direito de ir e vir. Esse direito é citado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. “Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Até aí tudo bem. Continuando o artigo encontramos a citação de que as pessoas devem agir em relação umas as outras com espírito de fraternidade?

O ser humano só pensa em si mesmo, que subir na vida, competir com os outros. A fraternidade e até mesmo a igualdade estão se tornando cada vez mais raras. Claro, ainda existem pessoas boas, fraternais, que querem o bem da humanidade, mas com certeza o percentual é baixo.

O artigo IV diz o seguinte: “Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas”. Nas Letras da lei, a escravidão está extinta, porém em muitos países há alguns tipos de escravidão, como a captura de mulheres para serem escravas domésticas ou para prostituição forçada. Existe muita coisa por baixo dos panos que a gente nem sonha que existe.

Por exemplo, há imigrantes ilegais aqui no Brasil que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários; estes são contratados geralmente por fazendeiros porque barateia os custos de mão de obra. Quando flagrados, os infratores pagam os direitos trabalhistas que haviam sonegado aos trabalhadores e nada mais acontece.

De modo geral A Declaração dos Direitos Humanos determina que todos tenham direito a vida, liberdade, educação alimentação, saúde, habitação, participação política e lazer. Esses são nossos direitos, mas não é só abrir a boca e esperar que a comida chegue até ela, ou então esperar que as paredes da casa se levantem sozinhas. A pessoa tem que trabalhar e batalhar muito para conseguir o que quer.

Tem que haver um espírito de fraternidade, de igualdade social, o respeito com certeza é muito importante.
No resto, cada um devia cuidar da sua vida. Nós temos o direito de ir e vir, de votar no governo que quer eleger, se relacionar e casar quando e com quem desejar.

O dever do ser humano é cumprir as leis.
Ninguém é obrigado a ajudar os outros, prestar serviço comunitário, o que precisamos é não atrapalhar o próximo. Cada um deve trabalhar para sua sobrevivência.

Essa declaração foi assinada em 1948, isso é ela tem 63 anos. Tudo se atualiza diariamente e nossos direitos não. O maior problema que existe na sociedade é a falta de respeito a Declaração dos Direitos Humanos.

Aline Stolfi. Série: 2º E.M.“B”

Direitos Humanos

PROJETO PRODUZIDO NAS AULAS DE SOCIOLOGIA COM OS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DA “ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA OSVALDO CRUZ”

PROFª DALILA T. P. CARDOSO

Tema: Direitos Humanos

“O que me preocupa não é o grito dos maus. È o silêncio dos bons.” Martin Luther King

Buscando desenvolver o senso crítico dos alunos, foram realizados debates e reflexões sobre o tema Direitos Humanos: “quais aspectos da Declaração do Homem e do Cidadão estão sendo cumpridos atualmente, e quais estão sendo desrespeitados” durante as aulas de sociologia, no qual os alunos produziram textos e cartazes.